PASTORAIS DE ABRIL

2 de abril de 2010 admin PastoraisPASTORAIS DE ABRIL

PASTORAL DE 05/05/2013

Apesar de ser Pastoral do Mês de Maio/2013, por ser continuidade de assunto incluimos aqui esta Pastoral:

A ÚLTIMA PARTE DE UM PROJETO: PARTE 3 – A FAZER!

Uma Igreja é como um Ser Humano, por mais que melhore sempre haverá algo a melhorar, portanto, de 2010 para cá mudando nossa essência conseguimos reestruturar nossa Igreja (vide Boletins das 2 últimas semanas), mas sempre haverá novos desafios, porém, acho que falta implementarmos uma última característica, um último a fazer que é termos bons trabalhos em lares.

O trabalho em lares que surgiu como alternativa em períodos e locais aonde a Igreja era perseguida, veja na Bíblia em Atos e a China, por exemplo; se tornou em metrópoles e dias corridos como os nossos uma alternativa para encurtar a distância física, relacional e fraternal entre pessoas e igrejas, se tornou uma ferramenta de comunhão, de evangelismo e crescimento espiritual.

O trabalho em lares é tão interessante que em livros como “Desenvolvimento Natural da Igreja” de Christian Schwarz que fez um estudo em mais de 1000 Igrejas pelo mundo, é característica de uma igreja saudável este tipo de atividade. Praticamente todos os livros e modelos bem sucedidos de Igrejas têm trabalhos em lares, a tal ponto que creio eu “a igreja que não tem trabalhos em lares está fadada a acabar em 20 ou 30 anos”.

Há muitos modelos deste trabalho: células, grupos familiares, os NEBs batistas (Núcleos de Estudos Bíblicos), koinonias, cultos em lares; aqui na IBS já tivemos várias formas e momentos estes trabalhos; mas chegamos no modelo ideal à nossa realidade que é estar por um prazo médio (em torno de 1 ano) com um grupo pequeno (4 ou 5 pessoas) em lares simultaneamente nos amando e amando estas pessoas queridas.

Trabalhos em Lares da IBS:

- Não são Células, Koinonias e nem Cultos em Lares.

- Não possue outro nome, por hora, senão: Trabalhos em Lares.

- Não tem como objetivo mudar a estrutura da Igreja, nem provocar crescimento numérico.

- Consiste em estar por um prazo médio (em torno de 1 ano) com um grupo pequeno (4 ou 5 pessoas) em lares simultaneamente nos amando e amando estas pessoas queridas.

 - As reuniões têm cunho espiritual, Palavra e Oração fazem parte dela, pode haver música. Deve ser característica da reunião a informalidade, a conversa.

 - Por questão de organização cada lar tem um coordenador, não líder, ele deve e pode delegar e incluir mais pessoas neste trabalho.

PASTORAL DE 28/04/2013

A ÚLTIMA PARTE DE UM PROJETO: Parte 2 – Estrutura!
Devagar, depois do ano de 2010 aonde começamos a pedir a Deus para mudar nossa essência (vide boletim da semana passada), começamos a estruturar nossa Igreja, com simplicidade sempre, então como e porquê estamos assim?
3 palavras: Ensino, Comunhão e Celebração – a dieta espiritual saudável de uma Igreja. A partir destes três conceitos fazemos:
Escola Bíblica, Domingos de 9h30 às 10h30 – ênfase no Ensino em todas as áreas e para todas as idades. Nosso currículo da EBD tem ênfase teológica (ex: estudo de Seitas), bíblica (ex: estudo em Filipenses) e vida prática (ex: Vida Familiar), assim vamos alternando estas diretrizes em nossa escola bíblica dominical.
Domingos às 19h, louvor, palavra bíblica e dinâmica, oração – ênfase na Celebração.
4ª Feira de 19h30 às 20h30 – A Igreja de Atos, um grupo menor da Igreja cantando e orando com espontaneidade, batendo papo sobre a Bíblia, as crianças brincando e conversando… A ênfase numa simples Comunhão espiritual é o foco desta reunião.
Nossos Sábados, uma vez ao mês de cada: Encontro de Casais – tempo de cuidado para a família; Linkados – grande celebração em comunhão com outras Igrejas; Sábado Informal dos Jovens – Comunhão é passar tempo juntos numa lanchonete, vendo um filme…; IBS House – a reunião espiritual da Moçada em uma casa. Reuniões em Lares (hoje em duas casas): atividade fundamental para uma Igreja que quer ser bíblica e relevante.
No próximo Boletim o assunto será a última parte de um projeto de Igreja que estamos a executar…

PASTORAL DE 21/04/2013

A ÚLTIMA PARTE DE UM PROJETO: Parte 1 – Essência!

Irmãos, de 2010 para cá iniciamos um processo de implementar um jeito de ser igreja que fosse propício a nossa realidade, que fosse o plano de Deus para nossa Igreja, que tivesse o nosso jeito de ser.

Primeiro precisamos e passamos por mudanças em nossa essência que nos levariam a mudanças importantes de comportamentos, entendemos e pusemos em prática que a simplicidade e o amor a Deus seriam nosso fio condutor.

Isto melhorou nossas ações: temos hoje pessoas mais comprometidas com a Igreja e seus ministérios, assim voltamos a ter irmãos que estão nos cultos aos domingos pela manhã, mas também à noite, nas atividades especiais aos Sábados e nas reuniões de meio de semana = aumentou o compromisso (poucos são os que vêm apenas uma vez por semana na igreja ou que visitam outras deixando a nossa). Praticamente todos nós participamos ou integramos algum ministério da Igreja, a fidelidade nas contribuições se multiplicou = aumentou o serviço. Problemas de relacionamento entre irmãos e principalmente fofocas quase não existem, a recepção aos visitantes é muito boa, as atividades de comunhão sempre têm a participação de muitos = aumentou a comunhão.

A mudança de nossa essência (que é basicamente uma devoção maior a Deus) transformou nosso caráter e portanto nossas ações, resultando em aumento de compromisso, serviço e comunhão.

Nos próximos dois boletins escreverei sobre a estrutura da Igreja e um último passo para termos implementado 100% deste projeto de Deus a nossa Igreja, que é a Igreja Dele.

PASTORAL DE 14/04/2013

2013 – ANO DE AMAR AO PRÓXIMO…

Vamos relembrar alguns conceitos sobre este tema do ano de nossa Igreja, pregados domingo à noite passado:

- não conseguiremos amar ao nosso próximo se não amarmos a Deus acima de todas as coisas em 1º lugar.

- o fato de não amarmos ao nosso próximo, seja ele quem for e tenha ele feito o que fez, revela nossa deficiência em amar a Deus acima de todas as coisas (dureza, mas verdade!).

- o amor deve ser ao mesmo tempo a força que nos impulsiona a fazer tudo e é o “selo de aceitação” de Deus, ou seja: se participo de algum ministério da igreja, se evangelizo alguém ou o que for, é porque estou impulsionado pelo amor e tudo o que for feito só será aceito por Deus, se feito por nós em amor.

- amor sem atitude é como morrer de fome com a geladeira cheia, é inaceitável! Então se amamos tenhamos atitudes: evangelize, ajude, esteja em comunhão, vá atrás do distante.

- interessado em ser feliz? Seremos plenamente felizes não quando formos amados, mas quando amarmos!

PASTORAL DE 07/04/2013

É POSSÍVEL

É possível casar-se e ser feliz, ter uma vida divertida e sentir-se satisfeito…

É possível ter filhos e continuar sendo alguém que se diverte, que convive com os outros, que se dedica a Deus…

É possível dedicar tempo sério e em boa quantidade à Igreja e ainda assim ter tempo para a família, para descanso, para a vida profissional…

É possível permanecer décadas em uma única Igreja, basta praticar o “me perdoe, te perdôo”…

É possível ser religioso e ser aceito por Deus, não por ser religioso porque não se é aceito por Deus por ser ou não religioso…

É possível resolver seus problemas financeiros com o que você ganha pois na maioria das vezes tudo se resolve com disciplina e boa administração…

É possível não pecar por hoje… É possível largar o vício… É possível ser uma pessoa melhor…

É possível emitir opiniões sem ser preconceituoso, é possível respeitar mesmo sem concordar…

É possível ser amado por Deus assim mesmo como eu sou!

Somente alguns “é possível” que a sociedade ou eu mesmo posso achar que não é possível, mas é!

PASTORAL DE 29/04/2012

“VOCÊ SABIA QUE NÃO PODEMOS AMAR O MUNDO?”

 Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele;”

I João 2.15 – RA

Porque não devemos amar o mundo? Aliás o texto ainda faz mais um acréscimo: “…nem as coisas que há no mundo…”. O que significa isso para nós?

Para entendermos melhor, temos que recordar as palavras ditas por Jesus dias antes de ser preso para ser crucificado.

Ele disse: “Já não falarei muito convosco, porque aí vem o príncipe do mundo; e ele nada tem em mim;” João 14.30. Jesus estava se referindo a ação do inimigo de nossas almas, o diabo.

O apóstolo Paulo, escrevendo a igreja de Éfeso, diz assim: “…nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência;” Efésios 2.2.

Com base nos textos acima, fica claro que não podemos nos prender ao mundo nem às coisas do mundo. A prioridade em nossas vidas precisa ser o Reino de Deus.

Quando nos envolvemos demais com o mundo e suas coisas, deixamos de servir a Deus, nos afastamos da igreja e perdemos a liberdade, voltamos então a ser escravos do diabo.

Veja que o texto base termina dizendo: “…Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele.” A Palavra é clara. É para todos. Não existe justificativa. A pessoa se dedica a Deus ou ao mundo. Temos que escolher: Deus ou o mundo.

Fique atento: NÃO PODEMOS AMAR O MUNDO!

Fonte: http://www.vocesabiaa.blogspot.com.br/

 PASTORAL DE 22/04/2012

“SÓ DEPOIS DE DEIXARMOS A CIDADE É QUE VEREMOS A QUE ALTURA ESTÃO AS TORRES ACIMA DAS CASAS”

 Lembro deste trecho desta música quando a Tati e eu, recém-casados, íamos a pé do nosso apartamento no Largo do Pará até o Extra Abolição fazer as compras do mês. De lá olhava para o Centro de Campinas, e por ser uma região mais alta, via aquele amontoado de prédios nos quais passava por suas calçadas cotidianamente, mas era dali, de fora que podia ver quão altos eram…

Tudo isto significa que às vezes só entendemos as coisas depois de passar por elas, ou só valorizamos certas coisas depois de as perdermos, ou seja é preciso não estar mais na cidade para se ter idéia das alturas das torres como às vezes é só perdendo um amigo que o valorizamos, um pai ou uma mãe que vemos como são importantes…

Então, de repente, a gente lembra como a época da faculdade era divertida, mas a gente não via a hora de se formar, não é mesmo? É, só “depois de deixarmos a cidade”…

Às vezes lembramos das igrejas que passamos, dos grupos que lá formamos, e que saudade! Mas na época em si tinham lá os seus problemas e tal, mas valorizamos e entendemos certas coisas “depois que deixamos a cidade”…

Quantos choros em velórios não são porque não percebemos antes “quão altas são as torres acima das casas”?

Bom, se alguém não entendeu o que foi escrito até agora, é simples: olhe para o lado, valorize sua família, seus amigos, sua igreja, seus momentos – mas tudo hoje e já!

PASTORAL DE 15/04/2012

PASTORAL DE 08/04/2012

É POSSÍVEL UM CRENTE SER ATEU? SIM!

Confesso que sou ateu.
Não creio num deus que abençoe negociatas, mesmo que os corruptos e corruptores afirmem que o seu esquema funcione graças a Deus.
Não creio num deus que ouça a oração de pessoas que fazem cultos enquanto armazenam dinheiro corrupto em malas ou meias.
Não creio num deus que seja conivente com igrejas que disputam com outras quem terá mais membros, quem vai abrir mais igrejas, quem terá mais horário na televisão para ficar mais rica e seus seguidores (não de Jesus) mais pobres.
Não creio num deus que enriqueça pastores que garantam bênçãos que ele não promete.
Não creio num deus que aprecie templos abertos sem alvará, cultos que não respeitem a lei do silêncio, igrejas que não cumprem as legislações posturais e trabalhistas, como se estivessem acima do bem e do mal.
Não creio num deus que aceite a bajulação (a que chamam de “louvor”) de pessoas que o sigam por causa de um milagre que esperam que ele faça, em forma de dinheiro ou de saúde. Deste deus sou ateu.
PR. ISRAEL BELO DE AZEVEDO

PASTORAL DE 01/04/2012

 O ÉBRIO E O PRÓDIGO

“Subtítulo: semelhança entre um viciado em álcool e um crente desviado da Igreja…”

Aqui na nossa igreja especificamente, quando alguém se afasta da Igreja procuramos adotar alguns procedimentos: orar pela pessoa; contactá-la por email, telefone, SMS, carta; procurar visitá-la; tanto os diáconos, como o pastor e como o restante da igreja se envolvem nestas ações… Claro que numa ou outra situação há falhas em todo este processo, mas tentamos agir assim… Até que depois de tudo isto e passados 6 meses, se a pessoa não volta ao convívio da Igreja é desligada do rol de membros. Mesmo assim, volta e meia tentamos novamente contato com esta pessoa, tentamos marcar também cultos e reuniões no lar dela; e temos a mesma ação com quem não é membro da IBS, mas freqüentador assíduo…

(Salvo o caso quando a pessoa está freqüentando outra Igreja…).

 Às vezes são problemas de relacionamento que afastam alguém da Igreja, às vezes uma doença, um problema familiar, o trabalho, o cansaço, o stress, os amigos e a família, as festas de aniversário etc e etc… Porém, todos estes são argumentos furados para estar fora da igreja, porque tem muita gente na igreja que vive as mesmas coisas e ainda assim está lá…

Eu mesmo já afastei da igreja (“de leve”) e sei que tudo isto é fato, mas também balela… Duro isto, né?

Ai é que entra a semelhança do “bêbado” e do “desviado”: o primeiro para se livrar do vício tem que ter como 1º passo reconhecer que é um viciado, o 2º precisa parar de dar desculpas e reconhecer que é um pródigo, filho ainda, mas afastado, desviado, no rumo errado e querer voltar. O bêbado se não reconhece queima seu dinheiro e adoece, o desviado pode cair no duro texto da apostasia de Hebreus 6: 4-6 (contexto: pessoas voltando ao judaísmo). Não é à toa que o mesmo livro bíblico recomenda “não deixem de congregar…”.

amar ao próximo como a ti mesmocrente ateu?crente desviadoNão ameis o mundoo ébrio e o pródigosó depois de deixarmos a cidade é que veremos a que alturas estão as torres acima das casastexto do Pr Israel Belo de Azevedo

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