PASTORAIS DE AGOSTO

4 de agosto de 2010 admin PastoraisPASTORAIS DE AGOSTO

PASTORAL DE 25/08/2013

A PERGUNTA: Deus existe? É uma pergunta sem sentido!

Texto de Ed René Kivitz (retirado da Internet)

Digo isso com o maior respeito, sei que tem muita gente querendo saber a resposta.

Mas a pergunta é mesmo idiota. Por uma razão simples: é uma pergunta sem resposta. Deus não é variável epistemológica de laboratório. Deus não é do mundo das coisas, passível de verificação pelos meios da racionalidade científica. Não há como provar que Deus existe. E também não há como provar que não existe. Perguntar a respeito da existência de Deus equivale a entrar num labirinto de argumentos não demonstráveis cientificamente e, portanto, fora do campo das certezas e das conclusões objetivas – se é que as verdades científicas são tão verdades assim. A crença em Deus não é uma questão de prova racional científica e objetiva, tipo “resposta certa”. É uma questão de fé.

Fico com a sugestão do cara que disse que ficar discutindo se Deus existe é um jogo em que a pergunta a respeito de Deus logo sai de cena e a discussão passa a ser a respeito de quem é mais inteligente ou quem melhor se preparou para o debate.

A pergunta é outra. Ou melhor, outras. Em vez de perguntar se Deus existe, minha sugestão é perguntar: 1. Você acredita que deus existe? Ou, você acredita em deus? – 2. De que deus você está falando? 3 – De onde tirou a ideia desse deus? Baseado em que você diz que deus é assim ou assado? E, finalmente, 4- E daí, que diferença faz na sua vida acreditar nesse deus?

PASTORAL DE 18/08/2013

UM TESTEMUNHO QUE EU NUNCA OUVI EM 22 ANOS!

Em mais de 22 anos de crente já ouvi testemunho de ex-viciado, ex- bêbado, ex-homossexual, ex-bruxo, ex-macumbeiro, ex-idolatra, ex-traficante, ex-bandido e mais um monte de “exs”, graças a Deus!

Mas neste tempo todo nunca ouvi um testemunho de um ex-fofoqueiro: “Ah, eu era fofoqueiro, causava um estrago na minha família, no meu trabalho, na minha igreja então nem se diga, coitado do meu pastor! Mas hoje eu posso dizer sou um ex-fofoqueiro…”.

É engraçado, mas é sério: a fofoca destrói até mais do que um adultério às vezes! Não à fofoca e que ouçamos em profusão testemunhos de ex-fofoqueiros (risos!).

PASTORAL DE 11/08/2013

VAMOS SAIR DO ARMÁRIO!

Eu creio que se os crentes saírem do armário vai acontecer uma revolução neste mundo. Deus nos chamou e nos fez para amarmos, tanto que o resumo de tudo é amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos!

Se sairmos do armário e amarmos da forma como Deus estabeleceu um impacto vai ocorrer ao nosso redor, mas temos que por este amor em prática, é isto que significa tirar o amor do armário: abraçar o enlutado, visitar o enfermo, ajudar ao necessitado, falar de Cristo ao amigo, perdoar a quem nos ofendeu… Infelizmente o amor de muitos crentes ainda está dentro dos armários de suas vidas! (Leia Romanos 13: 8 e 10).

PASTORAL DE 04/08/2013

BATISMO – UMA DECISÃO NATURAL DO CONVERTIDO

Levantando-se foi batizado (Atos 9: 18). E assim encerra-se a narrativa em Atos 9 da conversão de Saulo, o apóstolo Paulo.

E assim é o final da história de conversão da maioria de nós: o Espírito Santo nos convence de nosso pecado por meio de ouvir a Palavra de Deus e a aceitamos e a Cristo como único e suficiente Salvador, passamos agora a ter em Deus e em Cristo não a fé comum, mas a fé salvífica, ou seja crendo Nele como Salvador, por fim tomamos a decisão do Batismo.

Nem todo salvo se batiza (haja visto o ladrão convertido na cruz), mas todos que se batizam foram salvos pela graça de Deus.

Resumindo e simplificando, o batismo será uma decisão natural de todo o convertido, se houver tempo em vida para tomá-la.

Já pensou nisto?

PASTORAL DE 26/08/2012:

E SE? – PARTE IV

 E se ao invés de você tentar ser um bom cristão, você tentasse ser um pai melhor, um cônjuge melhor, um filho melhor? Tentasse ser também um cidadão melhor, um aluno que respeitasse mais seus professores, alguém que pagasse suas contas em dia? Será que desta forma você não seria um bom cristão, afinal?

E se Deus fizesse a você a proposta que fez a Salomão: “Pede-me o que queres que eu te dê” (II Crônicas 1:7). Sabemos que Salomão pediu sabedoria (Deus lhe deu, mas acho que muitas vezes ele não a usou!). O que você pediria? Paz mundial como as misses? Talvez eu pedisse uma cota diária de bom-humor, como é terrível viver sem bom-humor! E se fosse com você, o que você pediria?

E se justamente porque você quer consertar sua vida financeira (e aqui não digo prosperar, enriquecer, etc…), mas viver dignamente, por as contas em ordem e comprar umas coisinhas necessárias e legais; você resolvesse iniciar este acerto, acertando-se inicialmente justamente com Deus na entrega de seus dízimos e ofertas?

E se você entendesse que trabalhar demais, fazer tanta hora-extra, mudar de emprego para ganhar mais e coisas assim, não adiantam nada, e que é somente uma boa administração das suas finanças que te farão sair do aperto?

E se justamente pelo fato de você ser livre em Cristo, você não bebesse álcool, não tivesse vícios em drogas, cigarros ou o que fosse? E você não fosse em determinados lugares (fique a vontade para julgar que lugares seriam estes!) justamente porque você é livre e não precisa de nada disto?

PASTORAL DE 19/08/2012:

E SE? – PARTE III

E se a primeira palavra do seu dia fosse uma oração a Deus: “obrigado Senhor”; e depois de um dia inteiro talvez cheio de coisas boas, talvez com uma série de problemas as últimas palavras do seu dia também fossem “obrigado Senhor”?

E se hoje mesmo você procurasse amigos ou familiares que há anos você não contacta, e ligasse para eles dizendo simplesmente “liguei porque lembrei de você”, será que as lembranças boas do passado não encheriam teu coração de nostálgica gratidão?

E se você colocasse em sua vida um propósito de fazer algo diferente sem nenhuma intenção de receber em troca bênçãos, mas simplesmente oferecesse um jejum, uma oração na madrugada, uma oferta especial como gesto de amor a Deus?

E se hoje você lembrasse daquele irmão que está longe dos caminhos do Senhor e falasse para ele “não esqueci de você, você faz falta!” será que não se cumpriria Tiago 5: 19-20?

E se hoje você lembrasse que a Bíblia diz que “há tempo para tudo” (Eclesiastes 3) e ficasse animado portanto porque nenhuma tribulação é eterna, ou ficasse atento porque nenhuma bonança dura para sempre e se fortalecesse para passar as tribulações e se regozijasse porque estar sendo atribulado é sinal de breve vitória?

E se você cumprisse os votos que fez ou fizesse votos a serem cumpridos que podem te modificar profundamente como: “nenhum dia sem falar de Cristo”, “todos os dias ter um momento a sós com Deus”, “sempre que ferir alguém não ter medo de pedir perdão” ou “para cada motivo de reclamação vou citar três de gratidão”?

 

PASTORAL DE 12/08/2012:

E SE? – PARTE II

E se você resolvesse fazer algo diferente, como por exemplo, ler mais livros, visitar mais os amigos, estudar mais a Bíblia e orar em família? E se você ganhasse até um pouco menos, mas também trabalhasse um pouco menos e tivesse mais tempo pra fazer as coisas que são realmente importantes, será que você não gostaria mais da sua vida?
E se você não passasse um dia (tá bom, uma semana vai!) sem deixar de dizer eu te amo e sorrir carinhosamente pros seus filhos, pro seu cônjuge, pros seus irmãos em Cristo: você não seria mais amado justamente porque amou mais?
E se antes de fazer qualquercomentário sobre alguém você pensasse “se fizessem este comentário de mim e deste jeito e nesta hora e neste lugar, será que eu gostaria?”, e ai então de repente você aprendesse que no silêncio há uma grande virtude?
E se quando você está no meio de pessoas que possam estar criticando alguém, mesmo que este alguém esteja de fato errado, você propusesse “vamos orar por isto e por esta pessoa” ou até em último caso pedisse licença e saísse daquela roda, será que seu ambiente familiar, no emprego, na Igreja não seriam melhores?
E se você descobrisse que não foi colocado neste mundo para que os outros fizessem você feliz, mas para promover a felicidade nos outros, como seria este mundo em que viveriamos?
E se você entendesse que quando alguém amorosa e sabiamente lhe corrige, na verdade é uma prova de que te ama e se preocupa com você mais do que você imaginava?

 

PASTORAL DE 05/08/2012:

E SE? – PARTE I

E se você visse as dificuldades que você está passando como uma oportunidade de estar mais perto de Deus, da Igreja, das pessoas que você ama, ao invés de usar justamente estas dificuldades como a razão de estar mais distante?

E se você entendesse que não há Igreja local perfeita e visse nisto uma oportunidade de exercer o amor e o perdão ao invés de tacar as pedras nela como se ela fosse uma adúltera condenada pela lei de Moisés?

E se justamente pelo fato de você ter tido uma semana ou um dia cansativo e ter que acordar cedo amanhã, você resolvesse tirar um tempo de oração, ir a um Culto, como Cristo que quando espremido pela agenda tirava um tempo para estar mais perto do Pai ao invés de usar isto para justificar uma certa displicência ou comodismo?

E se o medo que você tem de falar em público, ou de falar de Cristo pra alguém, ou de convidar alguém pra sua Igreja, ou de desafinar ao cantar ou tocar, ou de enfrentar uma classe de estudos bíblicos fosse justamente um combustível ao invés de um gás paralisante, para fazer estas e tantas coisas pro Senhor?

E se você sorrisse mais, abraçasse mais, conversasse mais com as pessoas olhando nos olhos delas e guardasse segredos compartilhados orando por eles, será que Cristo não brilharia mais neste mundo através de você?

E se todo mundo na sua Igreja fosse como você é, como seria a sua Igreja? Haveria pessoas servindo através de cargos, haveria reuniões de oração e vigílias, haveria sustento financeiro da obra, e aperto de mão no visitante? Haveria quantos cultos na semana? Haveria adoradores ou frequentadores de cultos?

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